segunda-feira, 11 de agosto de 2014

o amor se transformando.


Meu amor ta na África, e o esperado é que mês que vem ele possa estar aqui 
no Brasil. To aqui no trabalho da Cidade Mágica, já terminei meus textos, e
to agora vendo o vídeo que ele me mandou e pensando que, caramba, a gente 
se ama. Não deve ser possível alguém aguentar tanta saudade, se o amor não
for tamanho, e se não for recíproco. É muita satisfação dada. São muitos 
beijos mandados. É muita vontade de dizer "eu te amo". É muita briga boba 
que nem dura nada. São muitos sorrisos que querem ser choro. É o meu coração
quentinho quando ele me olha em silêncio. Nesses dias, no final de mais uma
conversa feliz, mas melancólica - sempre por minha culpa - ele começou a me
explicar que a tentativa dele de morar no Brasil vai ser que em setembro, 
ele vai vir, e vai ficar um mês em SP. E que nesse um mês, a gente vai estar 
junto. E que vamos procurar trabalho. Até porque pessoalmente, as coisas são
mais fáceis e mais reais de acontecer. 

- Como assim vamos procurar juntos, moço? Quer que eu te ajude a achar uma
produtora?
- Não... Vamos procurar trabalhos juntos. Eu e você. Não seria bom, nós dois
estarmos trabalhando lá, e um ligar pro outro perguntando: "Como vai tudo no trabalho?"
E eu percebendo o que ele  estava querendo dizer, quase não me aguentei de felicidade, mas fiz a comportada.
- Mas Fabione, isso é vida de casado, acho que não pode...
- Siim... Quero ver como é estar casado com você.

Não pode é o caraleo, né não? Só o que quero é estar com você. Não importa onde, 
não importa como. Quero estar com você.

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