terça-feira, 20 de setembro de 2011

Walk Away


Troquei a minha inocência por orgulho. Esmaguei o final com meu passo largo. Disseram que eu sou forte, mas agora eu sei que eu sou um fugitivo. Adoro o som dos seus passos se afastando. De você se afastando. O rímel escurece uma de suas lágrimas. Mas eu não sou frio. Eu não sou frio. Eu não sou tão frio quanto você. Adoro o som dos seus passos se afastando. De você se afastando. Por quê você não vai embora? Se você for, nenhum prédio vai desabar. Se você for, nenhum terremoto vai abrir o chão. Se você for, o Sol não vai engolir o céu. Se você for embora, as estátuas não vão chorar. Por que você não vai embora? Não quero olhar nos seus olhos. Não quero pedir desculpas. Eu tenho que ser forte e não acreditar. E amar o som dos seus passos se afastando. De você se afastando. 
Mas quando você se afasta, enquanto você se afasta minha lápide cai. Enquanto você se afasta os ventos de Hollywood sopram. Enquanto você se afasta o Kremlin se enfraquece. Enquanto você se afasta o rádio fica estático. Enquanto você se afasta...





terça-feira, 13 de setembro de 2011

A mais bela do Universo.


Miss Angola, minha gente...


Tão linda, tão simpática, sorriso encantador, carismática e simples. Tudo isso a fez grande. 

Quando é pra ser, é. Miss angola se enrolou no Vestido de gala ( só pra constar era divino ) mais de uma vez. Se enrolou na resposta, passando dos trinta segundos, e ainda atropelava sempre o tradutor, atrapalhando um pouco a sequência da resposta, mas que também foi ótima. Pra mostrar que pequenos erros as vezes são irrelevantes quando a hora de brilhar é nossa. A vez era dela. A noite e a hora foram dela. Leila Lopes. Miss Angola. Pra sempre vai ser lembrada. Pra sempre a Miss Universo 2011.



domingo, 11 de setembro de 2011


Todos nós queremos sentir alguma coisa que temos saudades, mas que rejeitamos porque não lembramos do quanto deixamos pra trás.
Precisamos nos lembrar o que era bom, senão não vamos descobrir nem que esteja na nossa cara.




quinta-feira, 1 de setembro de 2011

" Somethin' filled up my heart with nothin'...

...someone told me not to cry."





Pois então acorde, luiza! Oras... e veja que os tempos são outros. É hora de andar pra frente, olhar pra frente, viver pra frente. 


Aceite o que não pode ser, o que foi estragado, mudado, o que se partiu e não volta mais. Aceite que alguns arranhões doídos ficam ali. Mas que ainda há espaço, há pele para novos arranhões. E que venham os próximos. 


Entenda que quando você é a única a chorar o fim de algo, é porque não havia nada a ser chorado. Lide com isso, aprenda com isso, de uma vez por todas. 




Aprenda a se desvencilhar dos olhares que não se sustentam. Dos olhares que não te olham de volta. Dos olhares que desviam. Olhe pro lado, pros lados, olhe em volta. Aprenda a encontrar os olhares que te fitam. Não desvie você desses olhares. Olhe de volta. 


Pessoas se perdem e pessoas se acham todos os dias, em todos os lugares.